Eu gosto do impossivel,


Tenho medo do provável;


dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade,


mas nem sempre tenho motivo.


Tenho um sorriso confiante que às vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele.


Sou inconstante e talvez imprevisível.


Não gosto de rotina.


Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso.


E me irrito de forma inexplicável.


São poucas as pessoas pra quem eu me explico meus amigos não precisam;


e meus inimigos não entenderiam! :)

Volte-se para dentro.


Verifique se está na direção certa, se vem fazendo o melhorque pode, se tem corrido atrás do que é justo,se tem se proposto, de fato, a ser feliz.
Analise-se.
A vida, o progresso, o bem-estar, a paz,têm por base o que você faz de si.
Se em você preponderam as más tendências,serão duras as conseqüências.
Se predominam as boas, então de nadavocê se arrependerá mais tarde.
Confie em si mesmo.
Quem se analisa com sinceridade melhor se enxerga.

Conte com Deus.


Abra o seu coração.Diga, em pensamento, tudo o que precisa para obter a felicidade, para ser uma pessoa mais pura, mais verdadeira e voltada ao crescimento interior.Conte também o que mais o aborrece, as esperanças frustradas, o que era um anseio e se transformou num pesadelo, o que seria um benefício e se escondeu, o que atormenta o seu sono ou o seu dia.Deus ouve você.Até as falhas mais pequeninas do seu espírito são conhecidas por Ele.A certeza de ser ouvido por Deus é um grande tranqüilizante da alma.

Tentando um novo amor


Para curar uma dor de amor, digam o que quiserem, só conheço um remédio: um amor novinho em folha. Enquanto nosso coração não encontrar outro pretendente, ficaremos cultivando o velho amor, alimentando-o diariamente, sofrendo por ele e, no fundo, bem no fundinho, felizes por ter para quem dedicar nossos ais e nossa insônia. A gente só enterra mesmo o defunto quando outra pessoa surge para ocupar o posto.


Se isso lhe parece uma teoria simplista, toque aqui. É simplista sim. Isso de enterrar o defunto do dia pra noite só funciona quando o defunto era apenas uma paixonite, um entusiasmo, fogo de palha. Porém, se era algo realmente profundo, um sentimento maduro, aí o efeito do novo amor pode revelar-se um belo tiro pela culatra. Ele acabará servindo apenas para dar a você a total certeza de que aquele amor anterior era realmente um bem durável. E a dor voltará redobrada.



Um beijo que deveria inaugurar uma nova fase em sua vida pode trazer à tona lembranças fortes do passado, e nem é preciso comparar os beijos, apenas as sensações provocadas. Quem já vivenciou isso sabe o constrangimento que é beijar alguém e morrer de saudades do antecessor.



Um novo amor pode transformar o que era opaco em transparência: você não sabia exatamente o que sentia pelo ex, se era amor ou não, então surge outra pessoa e você descobre que sim, era amor, caso contrário não sentiria esse abandono, essa perturbação, essa forte impressão de que está fazendo uma tentativa inútil, de que não conseguirá ir adiante.



Mas o que fazer? Encarar uma vida monástica, celibatária? Nada disso. Viva as tentativas inúteis! Uma, duas, três, até que alguma delas consiga superar de vez a inquietação do passado, que venha realmente inaugurar uma nova fase em sua agenda amorosa, que deixe você tranqüilo em relação ao que viveu e ao que deve viver daqui pra frente.



No entanto, quanto mais escrevo, mais me dou conta de que não há fórmula que dê garantia para nossas atitudes, de que não há pessoa neste mundo que não possa nos surpreender, de que tudo o que vivemos são tentativas, e que inútil, inútil mesmo, nenhuma é.

Eu!


Eu sei que sou exatamente o que 98% dos homens não gosta ou não sabe gostar: eu falo o que penso, abro as portas da minha casa, da minha vida, da minha alma, dos meus medos. Mas eles adoram uma sonsa. Adoram. Mas dane-se. Um dia um louco, direto do planeta dos 2% de homens, vai aparecer.