Não quero falar de Amor.
Quero falar do Meu Amoor,
Quero esquecer de mim e viver so de você.
Quero colocar o seu amor como um selo sobre o meu coração
Das lagrimas que derramei, dos sonhos que não realizei.
Você... foi o encontro entre o meu maior desejo e a minha maior realização
Você veio até a mim como um passarinho e fez seu ninho em meu coração
Quero que me veja em cada sonho seu,
Quero ser o Ar que você respira,
Quero ser sua fantasia e sua realidade,
Quero poder te dar um Mundo de Felicidade.
Você é meu sonho,
Meu sorriso,
Meu ponto de chegada e partida,
Você é meu Amor, minha Vida

...


Há algum tempo eu queimei feio o céu da boca. Mal conseguia comer depois daquilo, doía muito. E continuou doendo por dias e dias. Até que passou. Não sei quando exatamente deixou de doer, perdi esse momento. Mas hoje eu me dei conta de que consigo comer o que eu quiser, sem qualquer resquício do que sentia antes. Deve ser mais ou menos assim com a vida afetiva, não?

Velhos hábitos e pequenas obsessões


Não tive grandes amores, mas pequenas obsessões. E ao longo dessas muito mal sucedidas incursões sentimentais, eu acabei instaurando um certo padrão.
Antes de tudo, você precisa entender que o ponto de partida desse círculo é estar muito triste ou muito puta - ou ambos - porque alguém não me quis. Esse é o meu estado normal.Anormal é o oposto. Estar feliz com a minha vida afetiva é a exceção das exceções. E uma vez que você compreende o marco zero, fica mais fácil acompanhar minha patética jornada rumo ao mesmo lugar.Porque lá estou eu, triste ou puta - ou ambos -, completamente instatisfeita com a conjuntura do Universo, me achando a pessoa mais mal-afortunada que existe, quando surge alguém novo.Em um primeiro momento, minha reação é descartar a possibilidade, encontrando todos os defeitos possíveis, listando todas razões que tornam aquele sujeito uma péssima ideia. E entenda que essa atitude em nada tem a ver com o rapaz em questão. É que faz parte desse meu padrão ter sérias dificuldades em aceitar mudanças e sair da inércia. E ao encontrar problemas na pessoa nova, eu automaticamente enalteço aquela que não me quis, permanecendo assim no meu estado normal de tristeza ou emputecimento - ou ambos.Mas, tá. Digamos que o cara novo reuna em si um conjunto de atributos que me faça sair da inércia e me empurre para a etapa seguinte. Então nós saímos, conversamos, nos pegamos freneticamente e eu passo o tempo todo me perguntando o que caralhos estou fazendo ali.Só que o cara novo me surpreende de alguma forma e eu consigo avançar para o estágio seguinte, onde o outro já não ocupa mais tanto espaço no meu fluxo de pensamentos. Eu já não me preocupo em saber com quem ele está ou o que anda fazendo. Não é mais dele que eu me lembro, distraída, no meio da tarde. E é aí que começa a transição de uma obsessão para outra.
No início ela se dá bem devagar, como se a conexão estivesse lenta. E quando eu menos espero algo muda na rede e tudo acelera. Foda-se o cara que não me quis. Ele foi um idiota. Ocorre uma inversão de papéis e o sujeito enaltecido agora é o cara novo. Ele sim é foda. Completamente diferente, não tem nem comparação. Esse tem muito mais a ver comigo, penso.
O cara novo vira O cara. E tudo parece estar ótimo....
Até não estar mais.
Pouco a pouco, as coisas começam a desandar. E o cara novo, que tinha virado O cara, agora passa a ser o cara que faz tudo errado. Já não me surpreende de nenhuma forma - e quando o faz, é sempre de maneira negativa. Tipo, surpresa(!), tem um brinco na gaveta dele! E não é meu!
Nesse momento ocorre outra inversão, bem mais irônica que a anterior. Porque quem volta a ser enaltecido é o cara do começo, o que não me quis, o que tinha virado um idiota.
Nesse ponto do círculo vicioso, eu revejo toda a trajetória e percebo que aquele cara nem tinha sido tão idiota assim. Ele nunca faria comigo o que o cara novo está fazendo. Ele me entendia melhor. Completamente diferente, não tem nem comparação.
E aí eu volto a ficar triste ou puta - ou ambos. Mais uma pequena obsessão pro meu álbum de figurinhas repetidas. Mais uma voltinha frustrante pelo círculo, em tempo recorde.
Mas velhos hábitos não morrem fácil. E estando de volta ao marco zero, só me resta esperar. Mais alguns meses de pequenas obsessões e logo logo chega mais um cara novo.

Perdas necessárias!


As perdas são partes da vida. As perdas são necessárias porque para crescer temos de perder, não só pela morte, mas também por abandono, pela desistência. Em qualquer idade, perder é difícil e doloroso, mas só através de nossas perdas nos tornamos seres humanos plenamente desenvolvidos.

As pessoas que somos e a vida que vivemos são determinadas, de uma forma ou outra, pelas nossas experiências de perda. Esta compreensão ajuda a ampliar o campo de nossas
escolhas e possibilidades. Todos nós, em princípio, lutamos contra as perdas, mas as perdas são universais, inexoráveis e muito abrangentes em nossas vidas.

E nossas perdas incluem não apenas separações e abandonos, mas também a perda consciente ou inconsciente, de sonhos românticos, ilusões de
segurança, expectativas irreais e outras. As perdas que enfrentamos ao longo da vida, e das quais não podemos fugir são: - Que o amor de nossos pais não é só nosso.

- Que nossos pais vão nos deixar, e que nós vamos deixá-los.
- Que por mais sábio, belo e encantador que alguém seja ninguém tem assegurado casar e ” ser feliz para sempre”.
- Que temos de
aceitar - em nós mesmos e nos outros
- um misto de amor e ódio, de bem e de mal.

- Que tudo nesta vida é implacavelmente efêmero.
- Que estamos neste mundo essencialmente por nossa conta.
- Que somos completamente incapazes de oferecer a nós mesmos ou aos que amamos, qualquer forma de proteção contra a dor e contra
as perdas necessárias.
- Que nossas opções são limitadas pela nossa anatomia e pelo nosso potencial.

- Que nossas ações são influenciadas pelo sentimento de culpa incutido em nós pela educação que recebemos. Examinar estas perdas permitem aceitar e modelar melhor os fatos da nossa vida.

Começar a perceber com nossas perdas moldaram e moldam nossas vidas pode ser
o começo de uma vida mais promissora e Feliz.

A alma não está velha para amar


Costumo dizer, que nem sempre a primeira pessoa que conhecemos, no caso, o primeiro namorado(a), é o nosso primeiro amor. Na maioria das vezes, são sonhos juvenis, encantamento, paixões relâmpagos... O primeiro amor, na verdade, pode acontecer na melhor idade, quando achamos que o nosso tempo de viver um grande amor é passado, gasto. Ilusão! Descobrimos uma mudança enorme dentro de nós, inclusive comportamental...

A mulher muda a aparência, fica mais bonita, os olhos mais brilhantes, a pele mais suave, ganhando cor . O sorriso é mais facilmente encontrado e o humor melhora sensivelmente. Digamos, ela volta a adolescência, sem perceber. O homem, da mesma forma, ganha confiança, melhora o humor, o próprio aspecto, torna-se mais vaidoso e mais discreto, guarda a sete chaves o namoro, com medo de perdê-lo à qualquer momento. Torna-se menino , gargalha com facilidade e deixa aflorar toda sensibilidade enrustida em conceitos antigos de que, ele, homem , tem que ser machão!

O amor, transforma as pessoas, revigora, lubrifica a alma enferrujada... é um tipo de "óleo singer" que faz parar os rangidos dos beijos esquecidos e sonhos apagados. As matizes todas da vida aparecem radiantes a sua frente e a libido, volta revigorada, em muitas fantasias. O amor melhora tudo, inclusive o mundo a sua volta, simplesmente por que você mudou! É mais afável, aberto ao diálogo e está grávido(a), isto mesmo, grávido(a) e gera em vez do útero, no coração, uma criança chamada: Amor.

Torna-se mais sensível e assim , contamina a todos com facilidade. O amor, além do mais , é um grande cirurgião plástico, transforma as pessoas até no sentido externo mesmo, físico...Tonifica a pele e libera a vaidade melhorando a auto-estima. É fácil observar uma pessoa apaixonada, amando...

Ela é diferente das outras... Na vestimenta, no perfume e até no calçado que usa ! Parece que tudo nela(e) é mais bonito ! Seu perfume ? Diferente . Muito embora você tenha um da mesma marca. Sabe qual é a diferença? Aqueles que estão amando, liberam suas glândulas sudoríferas aumentando a oxigenação da pele e esta mistura faz a diferença do aroma. Muitas vantagens tem aquele que ama, comparado aos "mortais terrestres", o próprio fato de acharem que o amor que vivem será imortal e assim , vivem na lua ou em outras galáxias do cosmo, enquanto outros(as), na amargura e descrença, esperam por uma próxima vida, se é que ela existe!

Na minha visão espiritualista, até existe mas, por que não começar a plantar o amor hoje e levá-lo de fato à eternidade para compromissos futuros? À vista? Ganha uma espécie de cirurgia de catarata. Aos olhos de quem ama o(a) gordinho(a) tem um corpinho atraente, o (a)baixinho(a), a altura ideal, o(a) branquinho(a), bronzeia fácil, o(a) pretinho(a), um(a) deus(a) de ébano! Não existe boca grande, orelhas de abano, seios grandes ou pequenos, com cintura ou sem cintura...Com bumbum ou sem bumbum. Afinal, a visão melhorou o aspecto do ser amado e do mundo em geral, simplesmente porque você está amando.

Olhando pela visão animal, somos iguais a corujinha que acha os seus filhos os mais lindos do mundo e na visão infantil, o patinho feio é quem faz o sucesso da história! Estar amando é importante, sentir-se amado, mais importante ainda! Alonga a vida, revigora os sonhos e nos faz passar por um cirurgia plástica, sem dor e bisturi, além do que, melhora o aspecto da nossa alma, do nosso eu. Comprovadamente , deixa-nos mais interessantes e não nos cobra por um plano de saúde e para os menos favorecidos, uma fila interminável em frente ao SUS.

Amar é o plano de saúde mais perfeito que existe: gratuito, atendendo todas as condições sociais e classes, cor e credo...cuja administração é divina e o controlador, nosso Pai! Pense nisto! Não seria hora de amar? Tempo? Não existe , é em qualquer momento da nossa vida.